Avaliar ação com Fluxo de Caixa Descontado – DCF

cash flowInvestir no mercado de ações não é lá uma tarefa muito simples, exige um bocado de paciência e dedicação para com o tempo aprender a avaliar melhor as empresas. De modo geral a primeira preocupação do investidor iniciante é como mensurar o preço de uma ação, muitos perdem horas e horas garimpando no mercado em busca de uma “grande oportunidade”.

Particularmente eu não gosto muito dessa historia de ficar gastando tempo garimpando empresas em busca de uma ação barata, na verdade se olhar minha carteira de ações vai perceber que tenho muitas empresas que estão sendo comercializadas com o preço acima do valor justo.

Hoje no mercado temos uma grande diversidade de métodos para fazer valuation e determinar o valor justo de uma ação, claro todos eles tem seus pontos fortes e fracos. Uma armadilha muito comum nesses métodos é que boa parte deles prometem formulas magicas, muitos investidores ao aprender um método querem usá-lo para todos empresas, existem empresas que tem performances diferentes e assim devem ser analisadas. Não podemos usar o mesmo método de precificação de uma empresa de crescimento de dividendos para uma que não distribui dividendos, simplesmente não vai funcionar.

Muitos investidores utilizam o indicador de P/L para avaliar se uma empresa está acima ou abaixo do valor justo, pra mim é um dos piores indicadores para se avaliar uma empresa, isso porque o preço que negociamos por uma empresa na bolsa é sempre sobre as expectativas futuras e o P/L é engessado em informações  do passado, considera eventos não recorrentes, entre muitos outras deficiências. Minha recomendação é esquecer esse indicador pois na pratica não vai lhe ajudar em nada na construção da sua carteira.

O primeiro passo antes de partir para o estudo da precificação é definir um conjunto de metas e regras para se investir, veja aqui. Escreva isso num papel e cole ao lado da sua mesa de forma que todas as vezes que for comprar uma empresa tenha a certeza que passou por todos os seus crivos, claro com o tempo você pode ir mudando-o a medida que sua experiência e conhecimento no mercado vão aumentando. Esses termos não devem ser engessados mas também não devem mudar a cada fase da lua.

Limitações do método

O único ponto que devemos observar antes de avaliar uma empresa com o DCF é certificar se a empresa em analise possui lucros previsíveis, ou seja esqueça empresas cíclicas ou aquelas que estejam passando por momentos incertos nas taxas de crescimento. O ideal seria pegarmos empresas que apresentam um crescimento constante nos resultados isso torna a empresa previsível nos crescimento de lucros.

Por exemplo as empresas que por qualquer motivo tiverem algum prejuízo dentro de 10 anos podem ser consideradas imprevisíveis e não devemos utilizar o DCF para calcular o seu valor justo.

Também deve-se utilizar apenas números recorrentes, é importante retirar do cálculo os crescimentos de lucros oriundos de eventos não recorrentes no balanço.

Na teoria

formula dcf

Os indicadores que utilizo no cálculo do DCF são:
– Tangible Book
– Taxa de desconto
– Fluxo de Caixa Livre por ação
– Taxa de crescimento não recorrente atual
– Taxa de crescimento final.

Tangible Book a formula padrão utiliza o valor patrimonial da empresa, mas eu não gosto de usar pois nele tem o Goodwill que não vale nada quando uma empresa é liquidada por isso utilizo o Tangible Book que nada mais é que o Patrimônio liquido retirando-se o intangível depois divide-se pelo total de ações em circulação para saber o valor de Tangible Book por ação.

Taxa de desconto: essa taxa é o percentual que você estipula para investir seu dinheiro numa ação em detrimento de outro investimento. Alguns usam uma taxa média de retorno do mercado de algum índice estilo IBOV, S&P500 ou mesmo uma taxa de juros para renda fixa.

Gosto de usar uma taxa de 10% para empresas americanas e 12% para empresas brasileiras comentei sobre a taxa de descontos nesse post onde expliquei com calcular o valor intrínseco para empresas de crescimento de dividendos. Sobre isso não é nada arbitrário cada investidor define um parâmetro que lhe deixa mais confortável, mas sugiro algo em torno de 10–20%.

Fluxo de Caixa Livre por ação: é possível utilizar três parâmetros, alguns investidores utilizam o LPA (lucro por ação), outros usam o FCL (fluxo de caixa livre por ação) e alguns casos pode-se usar o EBITDA por ação.

Algumas empresas que tem forte resultado financeiro eu acabo utilizando o LPA ao invés do EBITDA, um exemplo seria seguradoras onde o resultado financeiro a grosso modo pode ser considerado como parte do resultado operacional o que acaba me levando a escolher o LPA no calculo de DCF.

Warren Buffett utiliza DCF em suas analises pegando o caixa liquido gerado a partir do negócio, considerando despesas não caixas, como depreciações e amortizações menos despesas de manutenção de caixa em equipamento e propriedades (CAPEX) o que é algo muito próximo do Fluxo de Caixa Livre (FCL) de uma empresa.

De modo geral deve-se conhecer o case de negócio da empresa pra discernir se seria melhor usar o FCL, EBITDA ou o LPA.

Taxa de crescimento: esse é o grande calcanhar de Aquiles da formula determinar a taxa de crescimento dos lucros mais próxima da realidade é fundamental para o acerto no cálculo.

O período que utilizo é de no mínimo 10 anos então pego o crescimento dos últimos 10 anos e aplico como taxa de crescimento para os próximos 10 anos. Verifico se a tendência dos últimos 5 e 1 ano é de alta ou de baixa, se for de alta mantenho a taxa se for de baixa tento uma “média” dos 3 períodos para depois determinar a taxa de crescimento dos próximos 10 anos.

Também deve-se ter uma preocupação com a taxa final de crescimento que deve ser menor que a taxa inicial pois de modo geral os lucros das empresas tendem a se estabilizar depois de determinados anos de crescimento, afinal nenhuma empresa no mundo conseguiria crescer pra sempre. Nesse ponto eu coloco uma taxa bem mais conservadora para os próximos 10 anos seguintes ao período anterior com isso compreendo 20 anos de taxa de crescimento dos lucros.

Colocamos tudo isso junto para chegar na tão esperada margem de segurança. Uma vez que determinamos o valor justo e o preço da ação sempre temos basta diminuir um pelo outro para achar a margem de segurança da ação.

Uma armadilha muito comum para investidores de valor é comprar uma empresa que acredita ter um desconto mas não perceber que esse desconto do preço justo se deve a uma deterioração do seu case de negócio. Por isso é muito importante manter além de uma analise quantitativa aprimorar sua analise qualitativa que pra mim essa é a analise mais importante.

Na prática

Vamos pegar um exemplo de estudo utilizando ações de uma empresa que tenho na carteira a GAP INC – GPS, pra facilitar vamos pegar o lucro por ação na analise, primeiro levantamos os dados:

Dados GPS
Indicador Valor
Preço atual $ 38,22
LPA 2015 $ 2,87
Cresc. LPA 5 anos 12,68 %
Cresc. LPA 10 anos 9,02 %
Taxa de desconto 11%
Tangible book $ 6,44

Eu gosto de utilizar a taxa de crescimento dos 5 anos nos primeiros 10 anos e depois utilizar a taxa de 10 nos últimos 10 anos, isso quando a empresa apresenta um crescimento maior nos últimos 5 anos do que nos últimos 10, se o case de negócio está se deteriorando utilizo o crescimento menor no primeiro período e depois dou mais um desconto na taxa para o período final. Com todos os dados em mãos basta colocarmos na calculadora e ele nos dará o valor justo calculado.

DCF

Utilizando as informações que temos atualmente constatamos que a GAP Inc (GPS) está 43% abaixo do valor justo para a sua geração de lucro, hoje ela está cotada na bolsa a 38 dólares sendo que o justo deveria ser 67 dólares dando aí uma boa margem de segurança para o investidor que queira adquirir GPS.

Vamos fazer uma segunda analise de uma empresa brasileira no caso peguei o exemplo do ADR da Ultrapar Participações SA – UGP no caso da Ultrapar vou pegar o FCL dela pra termos uma ideia melhor de uma segunda opção de calculo, os dados são:

Dados UGP
Indicador Valor
Preço atual $ 21,91
FCL 2014 $ 0,92
Cresc. FCL 5 anos 14 %
Cresc. FCL 10 anos 8 %
Taxa de desconto 13 %
Tangible book $ 3,41

Colocando os dados teremos uma leve sobrevalorização das ações da Ultrapar. Tudo bem que são só 4% acima do valor justo, sinceramente eu até consideraria ela dentro do valor justo. A ideia de trazer o exemplo para visualizarmos as duas situações.

ultrapar dcf

Utilize o link a seguir para abrir a calculadora e avaliar ação com o fluxo de caixa descontado: link calculadora.

Como utilizo o método

No período que estou montando minha carteira de ações não me preocupo muito em comprar uma empresa acima ou abaixo do valor intrínseco, tanto que se pegar minha carteira de ações dos USA vai identificar diversas empresas que estão bem acima do valor justo, isso não me incomoda porque sei que para o pequeno investidor que realiza aportes mensais não faz diferença o valor de compra, além do fato que meu perfil de investimento é de buscar empresas excepcionais e com forte geração de caixa, não estou em busca de pechinchas.

Depois da carteira montada chega a hora de definir onde aportar, nesse momento é quando mais utilizo o DCF, faço meu aportes baseado no valor justo. Calculo a cada trimestre o DCF das empresas que tenho na carteira e vou aportando na que tiver o melhor preço justo.

Conclusão

O mais complexo na valuation de uma empresa utilizando o fluxo de caixa descontado é conseguir achar a taxa de crescimento futura correta, errar nessa hora vai te levar a uma avaliação incorreta. Existem alguns exercícios que podemos ir praticando que podem nos ajudar muito nossa experiência na precificação, mas isso é assunto para um próximo post.

Vale sempre lembrar que mais importante do que analisar o preço de uma ação é entender o case de negócio da empresa, nesse artigo deixo uma serie de dicas sobre como analisar melhor uma empresa. Espero que o artigo tenha lhe ajudado e se possível deixa um comentário com suas opniões são sempre muito importantes pra mim.

LINK CALCULADORA

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24 thoughts on “Avaliar ação com Fluxo de Caixa Descontado – DCF

  • 23 April 2016 at 16:37
    Permalink

    Seu trabalho no blog e no youtube é muito top.

    Reply
    • 26 April 2016 at 05:28
      Permalink

      Valeu bruno

      Reply
  • 8 April 2016 at 16:15
    Permalink

    Bom dia Viver de Dividendos, eu entrei no site do msn Money e não encontrei o tangible book, mas depois entrei no Yahoo financials e encontrei lá.

    Reply
    • 8 April 2016 at 18:36
      Permalink

      Show

      Reply
  • 7 April 2016 at 20:13
    Permalink

    Olá Viver de Dividendos! Estou com uma dúvida, o tangible book que você usa para o cálculo do preço justo pelo DCF, você o tira da onde no site da mornigstar? Seria o Book Value per share? Ou seria um calculo que você mesmo faz utilizando vários parâmetros? Você poderia me explicar como obter o valor no site do morningstar? Obrigada

    Reply
    • 7 April 2016 at 20:41
      Permalink

      Olá Wanessa

      No site da msn Money traz o tangible book

      Infelizmente esse indicador não tem na morningstar esse book value não é o mesmo

      Reply
  • 4 November 2015 at 02:04
    Permalink

    Valeu, vou tentar fazer isso com as minhas. Eu começei a fazer o Método Sempre do Paulo Portinho, mas me empaquei bem na hora de pegar as informações também.

    Reply
    • 6 November 2015 at 04:35
      Permalink

      se tiver dificuldades só gritar rsrssrs

      Reply
  • 2 November 2015 at 16:31
    Permalink

    Olá, já estou seguindo seu blog já faz um tempo. Você não conseguiria mostrar como recuperar as informações da empresa, hoje a única fonte que utilizo é o site Fundamentus, não sei como calcular o Tangible Book com as informações que tenho, taxa de crescimento menos ainda. Seria legal você mostrar um exemplo real de uma empresa nacional, não utilizando ADR, e como você fez para recuperar a informações.

    Reply
    • 2 November 2015 at 20:28
      Permalink

      Olá Aldo

      eu também estou em busca disso

      infelizmente não temos um site com a quantidade e qualidade de informações que o morning star oferece, quando tem ADR da pra consultar por ele tranquilo, o problema é quando é uma empresa pequena e não tem listagem na bolsa de NYSE, como um caso que tenho na carteira a Grazziotin.

      Nesses casos o que eu faço é calcular na mão mesmo, agora se você tiver muitas empresas desse tipo na carteira acaba dando muito trabalho, mas depois que você monta uma planilha com os dados das empresas é só ir atualizando ao longo do tempo quando for saindo os balanços.

      O fundamentus não mostra os dados históricos, só mostra o ultimo balanço, uma alternativa seria você olha no site do Bastter ele tem alguns dados lá, não é muita coisa mas tem mais informação que no fundamentus.

      Reply
  • Pingback: Exemplo do Fluxo de Caixa Descontado | Mundo Contábil

  • 10 June 2015 at 02:57
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    Sua planilha não aceita taxas de crescimento negativos?
    Fui calcular o valor justo da Eternit e esta teve taxa de crescimento negativo nos últimos 5 anos do seu Lucro Líquido. Aí não consegui colocar o sinal de negativo

    A taxa de crescimento se refere ao Lucro Líquido ou ao LPA, quando for usado o LPA atual?

    Valeu

    Reply
    • 10 June 2015 at 04:56
      Permalink

      Olá Erick

      o modelo tem limitações, não funciona em empresas cíclicas, ou empresas que tenham variações muito grandes na taxa de crescimento, como eu disse no artigo tem que ficar atento pra identificar quando a empresa está desacelerando o crescimento de quando está se deteriorando, o método não consegue trabalhar com empresas nesses cenários de deterioração dos resultados.

      se for utilizar o lucro liquido utilize a taxa de crescimento do LPA pois aí considera-se eventos no numero de ações, possíveis diluições dos acionistas ou recompras.

      Reply
  • 9 June 2015 at 22:56
    Permalink

    Viver de Dividendos

    É muito bom ouvir opiniões diferentes da nossa para podermos abrir a nossa mente para novas possibilidades.

    O seu exemplo foi muito bom.

    Dividend Yield, obrigado também pelos seus comentários.

    Abs

    Reply
  • 9 June 2015 at 20:02
    Permalink

    CWHit eu ainda tenho uma visão parecida com a sua. Estou tentado estudar precificação , valuation , mas ainda n consegui absorver ou comprovar a eficiência desses método.
    Uma das coisas que observei é que TEM QUE SER empresas com diferencial competitivo. Empresas cíclicas n podem entrar nesses métodos. Se vc pegar mineradoras , siderúrgicas e outras como Randon, POMO o método sempre terá distorções. Mas empresas como Abev , Ugpa , Wege e alguma outras, esses métodos são quase eficientes.

    Reply
  • 9 June 2015 at 19:02
    Permalink

    Excelente!! Seu blog é o melhor de ações da internet!

    Reply
    • 9 June 2015 at 19:25
      Permalink

      Valeu pela força Erick Monte

      Reply
  • 8 June 2015 at 23:31
    Permalink

    Ótimo post Viver de Dividendos

    Eu particularmente não uso o Fluxo de caixa descontado exatamente pelo que vc falou. Para quem está de fora é impossível estimar a taxa de crescimento futuro da empresa de forma precisa. Isso fica bem claro nas mais variadas estimativas dadas pelas diversas corretoras sobre preço justo/alvo das empresas. Cada um dá um palpite e é espantoso como erram em suas previsões.

    Acho bem interessante o que o Peter Lynch diz sobre uma ação estar devidamente precificada, quando o P/L é igual ao crescimento médio do lucro liquido. Ou de forma mais completa tx crescimento médio do lucro liquido de longo prazo (5 ou 10 anos) + tx retorno dividendos , divida esse valor pelo P/L. Menos que 1 ruim, 1,5 bom número e excelente superior a 2.

    Agora para escolher em qual empresa da carteira aportar, vc não acha o método simplificado de aportar na empresa que estiver mais longo do percentual objetivo uma forma bem interessante? Supondo que todas as empresas da carteira apresentam bons fundamentos e que inicialmente todos tenham o mesmo percentual, o que estiver mais longo do objetivo é o que apresentou uma queda na cotação ou subiu menos em relação aos demais, assim estaremos comprando aquele mais “descontado”.

    Abs

    Reply
    • 9 June 2015 at 16:04
      Permalink

      olá cwhitesox

      Apesar da dificuldade em determinar a taxa de crescimento eu ainda prefiro o DCF ao PEG, mas nada impede de se usar os dois e ter duas visões, a questão da taxa ainda pode ser algo a ser trabalhado tem uns sites que podemos praticar um pouco essa experiência em mensurar taxas de crescimento futuros, mas vou falar sobre isso em outro post.

      A questão dos aportes é que nem sempre o mercado é eficiente pra precificar de acordo com os resultados, como investidores de B&Y nosso foco tem que ser sempre nos fundamentos e se não tivermos uma marcação nesses dados acabamos indo a bel prazer das flutuações das cotações. Ficou meio complexo mais vou te mostrar um cenário com exemplo pratico de como aportar pelo que está mais atras no percentual nem sempre pode ser a melhor opção.

      Digamos que temos 2 empresas na carteira e no Ano 1 tinhamos o cenário

      Empresa A – valor justo pelo DCF 10 – cotação 5 – margem de segurança 50%
      Empresa B – valor justo pelo DCF 10 – cotação 5 – margem de segurança 50%

      No ano 2 a empresa A performou melhor que a B mas o mercado por algum motivo não acompanhou, talvez exista alguma especulação maior na empresa B enfim o cenário mudou para o seguinte

      Empresa A – valor justo DCF 15 – cotação 7 – margem de segurança 114%
      Empresa B – valor justo DCF 11 – cotação 6 – margem de segurança 83%

      No cenário acima seria melhor o investidor comprar mais empresa A mesmo ela tendo subido mais, pois assim ele estaria comprando uma empresa que vale 15 reais por 7 e não uma empresa que vale 11 por 6.

      Um investidor que compra pela que está mais atras compraria a empresa B e iria perder a oportunidade de comprar a empresa A por um preço bem menor.

      A estratégia que vc citou, que por sinal é a mais utilizada por todo mundo, é ideal para o investidor que tem poucas empresas na carteira e que o giro de aportes dele é muito curto a ponto de aportar novamente sem que tenha mudança nos fundamentos da empresa (sem q tenha saído balanço) nesse caso aí vai pelo que tiver o menor preço.

      Reply
      • 9 June 2015 at 20:29
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        Verdade e na hora do aporte você estuda novamente a empresa. Vê se as condições da compra e o setor o qual a empresa atua continuam bons.
        Poderia ter comprado uma construtora que estava bem abaixo do meu percentual definido, mas encerrei posição nela porque reavaliei a crise do setor.

        Reply
  • 8 June 2015 at 15:11
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    Muito bom , show de bola.

    Reply
    • 8 June 2015 at 19:49
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      Valeu DY :)

      Reply
        • 28 August 2016 at 20:19
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          Infelizmente nao conheço nada de planilha, tem noção do que é nada esse sou eu com planilhas

          mas fiz o aplicativo você pode usa-lo a vontade ele é free não paga nada :)

          Reply

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