Tinha tempo que não postávamos sobre a série “Meu próprio negócio” e hoje resolvemos voltar com três vídeos que sairão em sequencia.
O primeiro deles fala sobre a fusão com o Pandinha, que é um novo sócio que estará se integrando ao nosso time, isso começou em novembro na minha última visita ao Brasil.
Ainda não batemos o martelo da fusão. Falta a parte que é alinharmos os percentuais financeiros de cada um, isso ainda estamos conversando.
Ele já vem devagar se integrando no nosso time, temos convidado ele para participar de algumas reuniões de Master Mind, para ele ver como funciona a nossa dinâmica de trabalho.
Confira no vídeo abaixo como está rolando essa nossa negociação:
Quer saber um pouco sobre o histórico da série, então acompanhe esse categoria Meu negócio no nosso blog.
Meu aporte nesse mês de fevereiro foi um pouco menor porque tive que desembolsar uma grana para comprar um carro novo para empresa, como minha posição na de APTS na carteira pública estava um pouco baixa, resolvi aproveitar a promoção e aportei um pouco nela.
Maior parte dos meus aportes têm sido direcionados para minha carteira Top Picks, onde tenho os melhores ativos do momento na bolsa 🇺🇸 tanto REIT quanto Stocks.
Quanto aumentou nossos dividendos
Essas compras colocam cerca de $54,98 a mais de dividendos por ano na minha carteira, isso dá convertido para o dólar de hoje R$296.9.
Cerca de +R$24,74 por mês em receita de dividendos para somar na minha bola de neve.
PREFERRED APARTMENT COMMUNITIES INC – APTS
Um REIT de residências, dedicado principalmente na operação de condôminos Classe A, combinando geralmente um centro comercial ancorado por supermercados e escritórios Classe A.
O fundo tem também algumas propriedades para aluguel de estudantes.
APTS tem 125 imóveis em 15 estados, predominantemente na região Sudeste dos USA, pegando a Florida, Virgínia, Geórgia, Alabama, etc.
Conseguiu coletar 99% dos seus aluguéis.
Conseguiu vender toda a sua operação de imóveis estudantil por $478 milhões, o que é uma excelente notícia, já que esses segmento demorará mais para retomar e isso ficaria sangrando o balanço por alguns trimestres.
O fundo teve um aumento nos ganhos que saíram no 3T do ano passado de $0,05 para $0,07 nesse ano, um aumento de 22% sobre ano anterior, o fundo tem um payout de 73% considerando as ações preferenciais.
Essa compra adiciona a minha carteira de dividendo o valor de $23,1 isso convertido pelo dólar de hoje teria um crescimento na minha renda de dividendos na faixa de R$126.46
TOP PICKS – STOCK
Temos um serviço no blog para ajudar os investidores a investir na bolsa americana, mostrando como selecionar os ativos para montar uma carteira vencedora na bolsa de valores.
No Ex-Dividend publicamos revistas com informações importantes sobre os ativos e o mercado. Além das revistas também colocamos algumas carteiras com ativos que considero sendo os “crème de la crème” do momento. Essas carteiras têm o nome de: Top Picks.
Quando realizo uns aportes nesses ativos eu publico aqui no blog. Anúncio o quanto recebo de dividendos, baseando-se no que comprei nesse momento.
Ficou curioso em saber quais são os ativos Top Picks do Viver de Dividendos?
Então, assine agora mesmo nosso serviço e tenha acesso a isso tudo e muito mais. Clique aqui. Nessa última edição da revista fizemos uma nova carteira de ações militares, são 5 empresas que você deve colocar na sua carteira e 1 que você não deve colocar. São ativos “monstro”, ações que já retornaram +700% nos últimos 10 anos, confira aqui.
Essa compra adiciona a minha carteira de dividendo o valor de $31,88 isso convertido pelo dólar de hoje teria um crescimento na minha renda de dividendos na faixa de R$170.45
Você provavelmente não lerá todas as referências desse artigo. São muitas distrações nos nossos dias atuais, as vezes interrompidos por ligações, e-mails que pipocam na nossa frente, algum colega de trabalho que nos chama.
Cada vez mais nossos dias de trabalho parecem com uma luta entre e-mails, WhattsApp, alerta de notícias e mídias sociais de um lado e nossa atenção de outro.
Você é daqueles que fica trocando de aplicativos a todo instante? Bem você sofre da Troca de Contexto.
Cada vez que você muda o foco da sua atenção você tem um preço alto a ser pago.
Troca de contexto
Dentro de um computador ele funciona o tempo todo com trocas de contextos. Isso pode funcionar muito bem para uma máquina, mas para nós humanos a coisa não é tão simples.
Pagamos caro com tempo e atenção quando ocorre essa troca de contexto.
Digamos que você esteja escrevendo um relatório e receba uma notificação de um novo e-mail. Por hábito, você toca na notificação para ver se é algo importante.
Você com isso acabou de mudar seu contexto do relatório para caixa de entrada do e-mail.
É uma solicitação do seu chefe para alguns dados. Não é grande coisa, ele não precisa disso até o final de semana. Você marca que não foi lido para voltar mais tarde com essa pendência e volta para seu relatório.
Identificou-se? 🙋♂️
A interrupção não durou mais do que cinco minutos. Mas à medida que você retorna ao seu relatório, parte de sua atenção permanece no e-mail.
Pessoas que experimentam resíduos de atenção após a troca de tarefas provavelmente demonstrarão baixo desempenho nessa próxima tarefa.
O custo do seu e-mail, não foi só os cinco minutos.
Esse prejuízo é até difícil de quantificar. O trabalhador moderno passa o dia todo saltando entre inúmeras tarefas, programas, telas e abas do navegador.
Quanto mais tempo em e-mail e conversas curtas, quanto mais troca de telas, menos produtivas as pessoas se sentem no final do dia.
A Microsoft fez um estudo sobre foco e descobriu que nós não somos multitasking.
Nossas ferramentas são projetas para interromper.
Desde 2015 a 2018 o número de aplicativos usados por empresa aumentou 43%.
Com recursos como notificações e símbolos de mensagens não lidas, nossa tecnologia é projetada para nos interromper.
O problema que enviar uma mensagem é muito mais fácil do que descobrir como obter uam reposta por si só.
A maioria dos trabalhadores não pode ficar 6 minutos sem verificar e-mails ou mensagens instantâneas, de acordo com o Rescue Time.
Mesmo que não respondamos, ver esse novo texto ou chamada tira nossa atenção o suficiente para que tenhamos dificuldades para nos concentrar em uma tarefa em mãos.
Não são só os aplicativos os vilões
Trabalho com desenvolvimento de software lá na empresa.
Desenvolver exige um grau altíssimo de concentração.
O ideal é que os programadores trabalhassem isolados dentro de uma sala com zero ruído de som e interrupções.
Ocorre que quando cheguei na empresa todos lá tinham a cultura de entrar na sala dos programadores para tirar alguma dúvida, fazer algum comentário, pegar alguma dica.
Essa interrupção, às vezes até que curta, destruía com a produtividade dos programadores.
Uma das coisas mais difíceis de mudar lá foi que eles não deveriam mais interromper os programadores.
Passei muito stress monitorando isso, na época eu comecei a chamar atenção de quem interrompia. Por fim, estava puxando a orelha de ambos os lados de quem interrompia e de quem se deixava interromper.
Hoje, não está ideal, mas melhorou absurdamente. Moral da história:
Nosso concorrente no ano passado conseguiu entregar 300 melhorias no software dele com o dobro da nossa equipe, a estimativa deles é que esse ano consigam subir isso para 500 melhorias.
Nós entregamos ano passado 1.500 melhorias, um baile neles, isso só foi possível graças a minha política de zero tolerância para interrupções.
Quando você se auto sabota
Nosso cérebro anseia por novidades o tempo todo. Interrupções não são apenas externas. Na verdade, somos tão propensos a nos interromper quanto sermos interrompidos.
Ferramentas de mídia social, e-mail e comunicação em equipe estimulam nosso desejo humano de querer se conectar com as pessoas e acessar novas informações, mas diminuem o foco e habilidades de processamento.
Cada interrupção nos traz uma informação valiosa… Por isso pedimos à Internet que continue nos interrompendo, de maneiras cada vez mais e diferentes. Aceitamos de bom grado a perda de concentração e foco, a divisão da nossa atenção e a fragmentação de nossos pensamentos, em troca da riqueza de informações convincentes ou pelo menos desviantes que recebemos.
O preço que pagamos por cada Mudança de Contexto
Mata a produtividade
Quando trocamos de contexto, nossos cérebros recebem vários estímulos de uma só vez. Isso retarda o pensamento e a tomada de decisão. Ao retomar uma tarefa após distração, pode levar cerca de 23 minutos para se concentrar novamente.
Deixa-Te mais burro
Podemos armazenar entre 3 e 7 informações de cada vez. Ao nos inundar com novas informações, numa troca de e-mail ou notícias nas mídias sociais, a mudança de contexto tira o espaço cerebral de que precisamos para reter e processar as informações com as quais já estávamos lidando.
Na verdade, as pessoas que tentam fazer malabarismos com mensagens e trabalhar veem um declínio de QI de 10 pontos equivale a perder uma noite de sono.
Diminui sua atenção
Nossa atenção é um dos recursos mais importantes. Mas é a que mais sofre quando estamos trocando de contexto.
O estresse de se movimentar entra as tarefas faz com que nosso foco se restrinja ao que está bem a nossa frente.
Com diminuição da capacidade de recuar, criar estratégias e focar em prioridades mais altas, usamos como padrão trabalhar em tarefas mais imediatas e de baixo valor. Acaba reforçando a ideia de ver mais e mais e-mails.
É comum entre os redutos esquerdistas escutarmos que a implantação de uma politica de salário mínimo protege o trabalho e não gera desemprego. Isso talvez não seja verdade!
Salário mínimo foi implantado na Alemanha em 2015 e até o momento parece não ter tido efeitos negativos na economia alemã.
Agora as pessoas ganham mais e poucas perderam seus empregos. Está tudo bem, você pode pensar!
A pressão para aumentar o salário mínimo começou a se fazer cada vez mais alta na Alemanha. Sob pressão dos sindicatos, a Comissão competente decidiu aumentar para 10,45€ a hora de salário mínimo do alemão até 2022.
Um aumento exorbitante desde que ele foi instituído à 8,50€ pois a Europa não tem inflação como no Brasil.
Temos também o Biden nos Estados Unidos que já disse que pretende aumentar o salário mínimo americano. É uma boa idéia? Isso já era incerto até agora. E um novo estudo coloca isso ainda mais em questão.
O economista David Card, tinha feito um estudo no qual mostrava que o salário mínimo não causa desemprego. Isso contrasta fortemente com a crença econômica da maioria.
O salário mínimo gera desemprego
Vários economistas fizeram diversos estudos nas décadas seguintes para confirmar o estudo do Card’s seria confirmado.
A esmagadora maioria desses economistas defensores do salário mínimo tinham viés de esquerda.
Recentemente saiu um estudo que coloca um pouco de luz sobre esse assunto.
Eles juntaram 66 estudos que lidavam com o salário mínimo nos Estados Unidos desde 1992. Para todos esses estudos eles escreveram aos autores e pediram uma versão padronizada dos resultados.
Qual efeito o estudo encontrou e quão seguro esse efeito parece?
Os autores de 57 estudos responderam, alguns com vários resultados parciais, e suas repostas foram:
80% dos estudos encontraram um efeito negativo no emprego.
50% dos quais foram significativos.
First, there is a clear preponderance of negative estimates in the literature. In our data, 79.3% of the estimated employment elasticities are negative, 55.4% are negative and significant
As estimativas negativas superam claramente.
Salário mínimo na Alemanha
A estimativa que o salário mínimo tenha colocado em risco cerca de 900.000 empregos.
Não quer dizer que ocorreu uma demissão em massa, mas sim que mini-jobs foram convertidos em empregos regulares. Isso teria retirado cerca de 900.000 empregos do mercado caso não existisse o salário mínimo.
Antes, nenhum trabalho do que um mal pago!
Frequentemente ouvimos isso da esquerda hoje. Na verdade, pouca coisa pode deixar um homem tão infeliz quanto o desemprego.
Experimente perguntar isso para quem está todos os dias na busca de um novo trabalho.
A Alemanha já tinha planejado o salário mínimo desde 1990, mas só conseguiu colocar isso em prática agora em 2015, quando o mercado de trabalho andava bem há anos e os alemães já haviam esquecido seu antigo medo do desemprego.
O mesmo já se repetiu em outros países.
Os salários mínimos são frequentemente introduzidos quando a economia está indo bem.
Os efeitos nocivos, portanto, não são perceptíveis no início.
Essa foi a conclusão do estudo de Meer e West descobriram em meados de 1910 que o aumento do salário mínimo ao longo de vários anos inibiu o desenvolvimento do emprego.
A coisa começou a se complicar já no ano seguinte a introdução do salário mínimo, quando em 2016 o crescimento do emprego nas industrias foram severamente afetados.
Desde 2018 o crescimento dos empregos tem sido visivelmente menores.
No relatório mostra que as pessoas mal remuneradas tiveram mais chances de perder seus empregos na pandemia do Corona, parte delas teria mantido o emprego sem um salário mínimo.
Vamos falar do livro da lamentações de Jeremias, um livro que narra os acontecimento sobre o cativeiro da Babilônia sobre Jerusalem e os Israelitas na época do Rei Zedequias.
Capitulo 1:18: O senhor é justo, pois eu me rebelei contra seu mandamento; ouvi, eu vos rogo, todo o povo, e contemplai a minha angústia; minhas virgens e os meus jovens foram para o cativeiro.
Nesse livro de Jeremias teremos alguns sinais bem interessantes que podem ser visto nos nossos dias atuais, entenda um pouco dos riscos que estamos tomando com o cristianismo nesses últimos tempos.