É comum entre os redutos esquerdistas escutarmos que a implantação de uma politica de salário mínimo protege o trabalho e não gera desemprego. Isso talvez não seja verdade!
Salário mínimo foi implantado na Alemanha em 2015 e até o momento parece não ter tido efeitos negativos na economia alemã.
Agora as pessoas ganham mais e poucas perderam seus empregos. Está tudo bem, você pode pensar!
A pressão para aumentar o salário mínimo começou a se fazer cada vez mais alta na Alemanha. Sob pressão dos sindicatos, a Comissão competente decidiu aumentar para 10,45€ a hora de salário mínimo do alemão até 2022.
Um aumento exorbitante desde que ele foi instituído à 8,50€ pois a Europa não tem inflação como no Brasil.
Políticos como sempre gostam de piorar o que já era ruim, o candidato a chanceler do SPD, Olaf Scholz 😡 já tem proposta para ir além e aumentar o salário mínimo alemão para 12€.
Temos também o Biden nos Estados Unidos que já disse que pretende aumentar o salário mínimo americano. É uma boa idéia? Isso já era incerto até agora. E um novo estudo coloca isso ainda mais em questão.
O economista David Card, tinha feito um estudo no qual mostrava que o salário mínimo não causa desemprego. Isso contrasta fortemente com a crença econômica da maioria.
O salário mínimo gera desemprego
Vários economistas fizeram diversos estudos nas décadas seguintes para confirmar o estudo do Card’s seria confirmado.
A esmagadora maioria desses economistas defensores do salário mínimo tinham viés de esquerda.
Recentemente saiu um estudo que coloca um pouco de luz sobre esse assunto.
Os economistas Neumark e Shirley da Califórnia e Virgínia, queriam obter uma visão mais sistemática do estado das pesquisas sobre salário mínimo.
Eles juntaram 66 estudos que lidavam com o salário mínimo nos Estados Unidos desde 1992. Para todos esses estudos eles escreveram aos autores e pediram uma versão padronizada dos resultados.
Qual efeito o estudo encontrou e quão seguro esse efeito parece?
Os autores de 57 estudos responderam, alguns com vários resultados parciais, e suas repostas foram:
- 80% dos estudos encontraram um efeito negativo no emprego.
- 50% dos quais foram significativos.
First, there is a clear preponderance of negative estimates in the literature. In our data, 79.3% of the estimated employment elasticities are negative, 55.4% are negative and significant
As estimativas negativas superam claramente.
Salário mínimo na Alemanha
A estimativa que o salário mínimo tenha colocado em risco cerca de 900.000 empregos.
Não quer dizer que ocorreu uma demissão em massa, mas sim que mini-jobs foram convertidos em empregos regulares. Isso teria retirado cerca de 900.000 empregos do mercado caso não existisse o salário mínimo.
Antes, nenhum trabalho do que um mal pago!
Frequentemente ouvimos isso da esquerda hoje. Na verdade, pouca coisa pode deixar um homem tão infeliz quanto o desemprego.
Experimente perguntar isso para quem está todos os dias na busca de um novo trabalho.
A Alemanha já tinha planejado o salário mínimo desde 1990, mas só conseguiu colocar isso em prática agora em 2015, quando o mercado de trabalho andava bem há anos e os alemães já haviam esquecido seu antigo medo do desemprego.
O mesmo já se repetiu em outros países.
Os salários mínimos são frequentemente introduzidos quando a economia está indo bem.
Os efeitos nocivos, portanto, não são perceptíveis no início.
Essa foi a conclusão do estudo de Meer e West descobriram em meados de 1910 que o aumento do salário mínimo ao longo de vários anos inibiu o desenvolvimento do emprego.
Saiu alguns relatórios aqui na comissão do salário mínimo mostrando que o número de horas de trabalho diminuíram.
A coisa começou a se complicar já no ano seguinte a introdução do salário mínimo, quando em 2016 o crescimento do emprego nas industrias foram severamente afetados.
Desde 2018 o crescimento dos empregos tem sido visivelmente menores.
No relatório mostra que as pessoas mal remuneradas tiveram mais chances de perder seus empregos na pandemia do Corona, parte delas teria mantido o emprego sem um salário mínimo.










