Melhor método de aporte na bolsa de valores.

Melhor método de aporte na bolsa de valores.Para o investidor existem dois grandes desafios quando se está na caminhada rumo a Independência Financeira. O primeiro é a escolha das empresas que irão compor a carteira de ações e a segunda é como reaplicar suas economias nesses ativos. Para o primeiro desafio, temos a nossa revista do Viver de Dividendos que vem com a intenção de cobrir essa lacuna. O segundo desafio vamos mostrar aqui qual o melhor método de aporte na hora de reaplicar suas economias.

Veja abaixo a maneira mais eficiente de reaplicar suas economias nos ativos que já compões a sua carteira. Vou mostrar na pratica o processo que realizo na hora de fazer o meu aporte mensal. Essa é uma duvida de muitos investidores, tanto novos quanto já antigos no mercado.

Será que a forma que você está usando para aplicar seus aportes é a mais eficiente? Será que não existe outro método mais seguro para isso?

Está na hora de você quebrar alguns paradigmas, acompanhe no vídeo abaixo como eu faço meus aportes:

 

69 thoughts on “Melhor método de aporte na bolsa de valores.

  • 13 May 2017 at 00:50
    Permalink

    Fala Viver!

    Conheci seu blog há 2 semanas e devorei as informações. Parabéns mesmo.
    Eu estudo o mercado financeiro desde 2014, porém sem aplicar (sabe como é vida de estudante),
    Tenho a mesma visão de você, temos que estudar, o povo gosta de tudo mastigado, por isso venho acumulando bastante conhecimento.
    Entrei no mercado de trabalho ano passado, e agora estou começando os aportes basicamente em FII e TD.
    Mas vou começar a entrar na bolsa, minha ideia é a mesma que a sua. Busco ações de empresas boas e em constante crescimento, não vejo outro sentido ao investir em ações a não ser esse.
    Porém uma das pessoas que sigo e tenho informações alerta sobre a bolha do mercado americano..que está em constante crescimento desde 2008, e compara com as bolsas de todo o mundo que teve uma correção em 2014,2015 ou 2016.
    Mas ao ver seus estudos vejo que muitas empresas americanas estão em constante crescimento, pagando bons dividendos e com boas perspectivas futuras. Devido a isso, não sei se quem fala dessa bolha dos EUA é devido a visão grafista ou se realmente existe.
    Terei um aporte mensal de 6 a 7 mil reais, e estou deslumbrado com o mercado americano e o estudarei durante todo esse ano. Queria saber sua visão a respeito dessa “bolha” e se a explicacao é grafista ou se tem algum detalhe por trás.
    Um abraço e parabéns novamente pelo blog.

    Reply
    • 13 May 2017 at 13:56
      Permalink

      olá Rodolfo

      Obrigado, bem sobre o momento do mercado eu costumo comentar com o pessoal que sou um investidor de tempo de mercado e não de timing de mercado, dá uma lida nesse artigo que vai entender melhor essa diferença.

      Eu nao partiria pra essa estratégia, dá uma lida nesse artigo e nesse artigo.

      Antes de tentar adivinhar o timing do mercado dá uma olhada em quanto tempo o mercado fica em bear se vc tem propósito de investir no longo prazo não faz o menor sentido ficar esperando isso q vc sugeriu, leia os artigo que te passei e dá uma reavaliada na sua estratégia e reflete na imagem abaixo mostrando o quanto de tempo cada ciclo do mercado durou, quanto tempo durou o bull azul que representa o mercado em subida e quanto tempo durou o bear vermelho que representa o mercado em queda, é marginal o bear e completamente sem noção ficar esperando esses momentos pra entrar na bolsa!

      Reply
    • 23 March 2017 at 00:57
      Permalink

      Gecé não uso avaliação quantitativa em FII

      minhas avaliações de FII são apenas qualitativas

      além do mais, FII não cresce, a grande maioria fica paradão com o balanço por meses, nesse não rola muito de usar o DCF porque esse precisa de previsão da taxa de crescimento para ser eficiente

      já pra REIT é outros 500 kkk

      Reply
  • 20 February 2017 at 10:31
    Permalink

    Grande VD,

    Ainda não tive tempo de assistir o seu vídeo, porém, já posso adiantar que não acredito, logo, não utilizo essas fórmulas mágicas de aporte. Eu já usei o BS, porém, atualmente penso que o melhor sistema é o rodízio simples, do jeito que o Investidor Disciplinado faz.

    Abraços!

    PS: Passa lá no meu blog depois para ler as novidades. =)

    Reply
    • 20 February 2017 at 16:26
      Permalink

      Kkk não assisti não vou assisti mas já adianto que não vou mudar de opinião

      É o medo de sair da caverna do Platão ?

      Reply
      • 20 February 2017 at 18:32
        Permalink

        VD,

        Na-na-ni-não, rs.

        Como o EI bem pontuou ali embaixo, esse assunto já está simplesmente esgotado. Cada um pode aportar como quiser, mas é FATO, vou repetir, FATO, que não existe nenhuma fórmula mágica em relação a isso.

        Você sabe muito bem que a única coisa que o investidor deve fazer é preocupar-se em aumentar o seu aporte. O resto é perda de tempo.

        Abraços!

        Reply
        • 20 February 2017 at 20:24
          Permalink

          Sobre os aporte sempre falo que o foco inicial deve ser eles, isso não tem o que questionar.

          Agora nao vejo como perda de tempo otimizar seus aportes, muito pelo contrario pode lhe proporcionar uma segurança muito maior. Sobre o seu método de balanceamento depende da forma que vc está fazendo, se vc está utilizando o preço atual das ações para medir o percentual de cada ação na carteira, vc está fazendo muito pior que qualquer técnica de valuation, se vc está fazendo o balanceamento no PM de compra aí até aceitaria apesar de não recomendar, mas o FATO que vemos hoje em dia é que boa parte dos investidores fazem pelo preço atual.

          Sobre vc achar que não funciona o método, bem é só olhar meus resultados, porque vc não utiliza não quer dizer que o negocio não funciona, pode não ser a melhor solução pra vc, mas que funciona, funciona !!!

          Reply
          • 20 February 2017 at 23:04
            Permalink

            Vdd,

            O problema é se enganar achando que está otimizando os aportes e que os resultados são maravilhosos.

            Possivelmente seus resultados sejam muito bons até aqui, mas arrisco a dizer que é fruto da sua capacidade de escolher as empresas certas para a carteira e não a pseudo-otimizacao dos aportes.

            Veja este meu post em que trato de um estudo que demonstra os resultados uma pesquisa do Coppead de carteiras de peso igual. Não consegui colar o link aqui mas procure no google “Economicamente Incorreto Coppead”

            Outro exemplo onde não há otimização de aportes são os ETFs, que quando você aporta significa que está comprando todos os papeis (bons e maus alunos), nem por isso você consegue saber se você, com seu método, vai ganhar de um ETF que contenha as mesmas ações.

            Abraços

          • 20 February 2017 at 23:15
            Permalink

            Não dá pra vc fazer essa comparação nem projeção do DCF pq eh muito subjetivo. Se o cara consegue ir praticando e melhorando sua forma de mensurar os crescimentos ele pode focar nas empresas que apresentem as melhores oportunidades de crescimento.

            Dai não precisa de estudo o cara que conseguir fazer isso vai obter uma segurança muito maior nos momentos difíceis. Mas eh o seguinte se o camarada não tem a noção nem na hora da escolha dos jogadores do time aí fica difícil de fazer milagre nos aportes.

  • 20 February 2017 at 00:33
    Permalink

    VD,

    Off topic

    3 perguntas:

    1) Pq vc não tem a Nestlé?

    2) Pq vc não tem nenhuma grande farmacêutica pura (Bayer, Pfizer, Novartis)?
    Obs: JNJ não conta nessa lista pq ela atua tb em diversos outros segmentos, não só remédio.

    3) Vc falou super bem da Apple na revista, mas vc não quis colocar na sua carteira. Existe algum motivo? Vc já pensou em reconsiderar isso?

    Um abraço

    Reply
    • 20 February 2017 at 10:09
      Permalink

      Olá Felipe

      1 – ela não está com números excelentes quando analisei. Não sei como anda agora, mas os números nao eram bons.

      2 – das três aí tava de olho na Novartis mas tava esperando pra ver uma autorização de algumas drogas dela no USA não rolou aí acabei desanimando. Essas farmacêuticas é mais complicado de analisar pq vc precisa acompanhar o vencimento das patentes quando isso ocorre a empresa perde muita grana pq entra uma enxurrada de genérico na carteira. Mas se vc quiser agente da uma olhada em algumas delas pra frente numa revista. Vou fazer uma página de sugestão de estudo aí vc manda lá.

      3 – na época estava com muita grana num Trade de Valor da Manhanttan bate aqui no blog sobre isso que achar. A ideia da revista é priorizar empresas que acho interessantes mas que não esteja na minha carteira. As que estão na carteira já temos muita informação por aqui dai abre o leque pra outras opções pro pessoal.

      Reply
  • 18 February 2017 at 01:05
    Permalink

    VDD

    Eu tenho um seguinte objetivo nesse começo de caminhada rumo a IF.
    Aposto em Fiis e ações de dividendos pra que eu tenha um fluxo de caixa mensal/semestral constante pra aportar cada vez mais.
    Já estou com um fluxo de caixa de 50% do que aporto todo mês recebendo dividendos, então estou no meio do caminho.

    Quando atingir 100% do que aporto por mês com dinheiro proveniente do meu trabalho, então pararei de aportar este dinheiro e vou deixar os dividendos trabalharem por mim.

    Podemos dizer que isso é uma semi aposentadoria?

    Reply
    • 18 February 2017 at 01:46
      Permalink

      Olá Leonardo

      Nao entendi porque essa presa de parar de aportar, não pare !

      Continue aportando e fazendo o bolo crescer, assim os dividendos iram cobrir seus gastos bem mais cedo.

      Eu particularmente tenho como meto dar uma reduzida nos aporte (de leve) só depois que as minhas despesas forem cobertas pelos dividendos.

      Reply
      • 18 February 2017 at 02:12
        Permalink

        Nenhuma presa em parar de aportar VDD, apenas eu e a esposa desejamos aportar em outros negócios tais como:

        Um food Truck
        Um terreno
        Ou talvez num negocio pequeno

        Não gostamos de trabalhar para os outros. Queremos aumentar os aportes, mas pra isso precisamos investir, ou em nós mesmos ou em um pequeno negocio.
        Conheço um rapaz que construiu uma casa de 2 andares com 100m² cada apenas vendendo hot dog. Já outro conheço que tá super bem alugando carros. Enfim, não tem como aumentar o aporte sem ter um negócio próprio, mesmo que pequeno. Apenas minha simples opinião.

        Reply
        • 18 February 2017 at 02:23
          Permalink

          sim, ai sim é legal

          vc pode no começo tentar combinar os dois, trabalha na sua renda principal hoje durante o dia, a noite foca no hotdog ou em alguma coisa pequena, quando isso for ganhando proporção vc vai diminuindo o tempo num e aumentando no outro

          sucesos ai nos seus empreendimentos :)

          Reply
  • 18 February 2017 at 00:38
    Permalink

    VDD, como eu já disse, estamos diante de uma discussão que não será resolvida. Isso (valuation x “preço não importa”) já foi alvo de dezenas de discussões incluindo Troll, di-marcinho, ADP, Soulsurfer, Invertidor Livre, mizifio e muitos outros. Nunca houve consenso, e lamento dizer mas você não está acrescentando muita coisa nova para a discussão. Daria para fazer também uma sequência de videos comentando seu post e seus comentários, rs

    O di-marcinho, por exemplo, o maior defensor da teoria do valuation, desistiu da bolsa de valores após sucessivas perdas e frustrações, mas isso é um capítulo a parte.

    Veja que meu comentário do meu caso com a Vale só reforça que, ao usar um pouco de subjetividade, eu prejudiquei minha rentabilidade. O fato é que o mercado é aleatório e é impossível prever a melhor hora para compra, seja por preço, valuation ou margem de segurança. O que vale mesmo é a capacidade de aporte, e para falar em rentabilidade, a capacidade do investidor de escolher as melhores empresas para seu time.

    Volto para a primeira pergunta que fiz: Há alguma garantia que o método de DCF irá trazer melhores resultados que outros métodos de aporte quaisquer em uma carteira com as mesmas empresas?

    Honestamente acredito que não, e há uma grande chance de métodos aleatórios, ou simplesmente uma ordem alfabética apresentarem resultados melhores, portanto esta insistência de melhor aluno e pior aluno pode não fazer sentido.

    Quem garante que o melhor aluno hoje será o melhor aluno num horizonte de 2 anos, ou de 5, ou de 10 ou ainda 20 anos?

    É difícil determinar o grau de eficiência nos aporte que resultarão em ganho real, mas este se torna quase irrelevante quando os aportes periódicos representam pouco em uma carteira. O valor que você pagou em uma ação vai ter pouca relevância para a rentabilidade geral de uma carteira formada e à partir do segundo ano e o que vai determinar é a composição da carteira, independentemente do valor pago por um papel comprado no ano anterior. Se no ano 2 sua carteira começou com uma composição que não era a melhor para aquele ano, você terá a rentabilidade daquela composição.

    Valuation está ligado a timing, e eu já disse algumas vezes ao di-marcinho que valuation sem venda não faz o menor sentido, se uma empresa está barata para ser comprada, ela deve ser vendida quando está cara, mas aqui entramos numa discussão paralela, rs

    O problema é que se misturam conceitos e o DCF pode ser eventualmente o melhor método para compra de uma ação individual em aportes maiores (relevantes), mas isso não significa que será o melhor método para a montagem de uma carteira vencedora com pequenos aportes periódicos. Pensar em ação individual é muito diferente de pensar em portfolio.

    No método que utilizo, que certamente não é o melhor, tenho percentuais fixos estabelecidos para cada papel e procuro manter a carteira com estes percentuais, carregando esta estratégia ao longo do tempo, evitando ser influenciado pelo humor do mercado. No método de DCF que você propõe, você faz o contrário, pois a proporção da carteira vai ser influenciada pelo humor do mercado, e este escolherá (na verdade valuation/DCF) quais serão as empresas com maiores percentuais na carteira (o melhores alunos que receberam maiores aportes).

    Se olhar de uma maneira mais holística vai notar que outras teorias podem fazer sentido, mesmo sendo antiquadas, rs

    Abraços

    Reply
    • 18 February 2017 at 01:44
      Permalink

      só tentando entender seu ultimo parágrafo, vc diz que o DCF vai ser influenciado pelo humor do mercado, mas o método que vc utiliza não pois vc está determinado um percentual da carteira para cada empresa.

      Ficou bem difícil de entender, vc diz que aporta na empresa que está com menor percentual, mas o mercado pode derrubar o preço da ação de forma irracional, caso da Vale que vc citou (não vou entrar no mérito se o mercado tinha ou não razão em pagar menos, vamos supor apenas que ele foi irracional) fazendo que o percentual da vale caia na sua carteira e acionando a compra pra vc

      nesse cenário vc nao está aportando com o animo do mercado ? não entendi essa sua afirmação !!!

      sobre quem é o melhor ou quem está certo eu concordo contigo, tu tem que seguir sua estratégia e eu a minha, particularmente a minha vem indo muito bem os meus resultados de dividendos desse mês não me deixam em dúvida sobre o meu caminho (esse post vai sair essa semana), acredito que pra vc a sua também esteja satisfatório.

      como eu sempre digo o importante é o investidor se sentir confortável e dormir tranqüilo a noite

      Reply
      • 18 February 2017 at 03:03
        Permalink

        Exatamente, cada um tem que estar satisfeito com seu método e respeitar a estratégia dos outros, sem desdenhar.

        Pra finalizar, sobre o parágrafo, eu disse que é o percentual da carteira que vai ser influenciado pelo mercado no caso do metodo DCF, enquanto que no outro, os percentuais são fixos.

        Pegando um exemplo de uma carteira com 20 ações equal weight (5% cada) meu objetivo é estar o mais proximo disso possivel. No caso do DCF é o contrário, terão mais peso na carteira os melhores alunos, mas sem ninguém garantir que eles serão os melhores alunos do período seguinte.

        Abraços

        Reply
        • 18 February 2017 at 09:43
          Permalink

          Então se vc tem todo mundo com 5 uma ação cai vc vai comprar mais dela pra ela voltar pra 5. Vc num vai estar sendo influenciado pelo mercado, pela cotação ?

          Reply
          • 18 February 2017 at 15:31
            Permalink

            Claro que sim, e ai que está talvez a confusão que as pessoas fazem. O objetivo não é que seja a melhor oportunidade de compra, afinal o preço não importa, mas sim ficar o maior tempo com a exposição que eu escolhi para a carteira.

            No seu caso, além dos aportes, a exposição (%) é determinada pelo mercado. Todo mês você escolhe qual a empresa que aumentará a exposição, ou até mesmo uma superexposicao, e é aí que mora o problema, pois mesmo com margem de erro ou de segurança, somos forçados a comenter erros por fatores psicológicos.

            Eu escolho ter determinada exposição por empresa ou setor e me esforço para manter esta exposição, sem precisar tomar decisão no meio do caminho.

            Abraços

          • 18 February 2017 at 15:44
            Permalink

            No final é o seguinte quem usa o DCF está chamando a responsabilidade de ele mesmo fazer o julgamento de qual ação comprar.

            Quem usa o método do pior aluno está deixando que o mercado diga o que ele deve comprar.

            Nos dois existe o lance do percentual não estrapolar nisso eu concordo o cara tem que monitorar os percentuais para manter a diversificação no controle e evitar uma superexposição como vc citou.

  • 17 February 2017 at 20:17
    Permalink

    VD, montei meu time de campeões, são 12 empresas que considero excelentes investimentos, e deixei mais algumas em observação, caso melhorem os fundamentos eu vou comprar.
    Eu estipulei quantas ações quero ter de cada uma, com valores nominais mesmo, 1000 ações abev3, 800 grnd3.
    Mas quando acontece de cair a cotação sem motivo aparente, eu aproveito e compro. Nem sempre a queda é lógica. Ciel3 caiu a cotação mas a empresa não demonstrou piora.

    Reply
    • 17 February 2017 at 22:57
      Permalink

      ola Mxpx

      Isso provavelmente seria melhor sinalizado no DCF se o desempenho da cielo não caiu e as cotações caíram ficaria ainda mais obvio esse movimento se tivesse utilizado o DCF pra mensurar isso

      Reply
  • 17 February 2017 at 13:03
    Permalink

    VD, você é um investidor com processo de análise e julgamento de ações parecido com o meu.

    Em relação ao Wal-Mart gostaria de uma troca de ideias. Sempre bom ouvir várias opiniões e a sua é uma que respeito.

    Tenho acompanhado a mudança disruptiva da Amazon no modelo de negócios tradicional do varejo e os esforços do Wal-Mart para não ficar para trás no e-commerce. Pelos números deste segmento em específico, percebo que o Wal Mart está se saindo relativamente bem. Obviamente que não são números como a Amazon, mas também não são números patifes.

    Apesar de não santificar tudo que o W. Buffett fala, me recordo quando ele disse que quando uma varejista começa a sofrer mudanças disruptivas e seu modelo de negócios a chance de um “turn around

    Gostaria de ouvir sua opinião sobre como você enxerga esse desafio pro Wal Mart e quais critérios você anda monitorando especificamente em relação a este caso.

    Abs!

    Reply
    • 17 February 2017 at 20:02
      Permalink

      Olá TR

      tenho uns indicadores próprios de Varejo que vou falar mais pra frente esses indicadores mostram de forma clara e simples quando os varejistas vem desacelerando ou acelerando.

      bem quanto ao WMT ele vem tendo bons resultados principalmente no online que tem aumentado de forma bem robusta

      inclusive ele começou a próxima etapa na sua estrutura de varejo e é algo que vai impulsionar bastante as vendas online e pode fazer com que ele tenha um baita diferencial frente ao Amazon, falo sobre isso nessa próxima revista #2 que vai ao ar ainda.

      Reply
  • 17 February 2017 at 09:33
    Permalink

    VD, bom dia!

    Teria como descrever como é feito os cálculos desse método? Sei que vc prefere que o pessoal use seu programa, mas fica muito mais fácil eu programar em cima de minha planilha…. vai ficar super mais fácil para mim. obrigado e continue com o trabalho!

    Reply
    • 17 February 2017 at 09:35
      Permalink

      Vixi Julio

      Fiz em JavaScript não sei como fazer isso em planilha, não domino nada de planilha, mas tem a fórmula no artigo. Dá uma lida lá

      Reply
  • 17 February 2017 at 08:55
    Permalink

    Tenho em torno de 4000 dólares nos EUA. Você acha que este valor já é suficiente para compor uma carteira por lá? Digo isso considerando os custos de negociação e etc. Neste caso, seria melhor iniciar por uma composição de carteira de ações ou investir em REITs? Poderia me ajudar nessa estratégia, caso ela seja possível.

    Reply
    • 17 February 2017 at 09:35
      Permalink

      Josias

      Costumo falar que acima de 2k já fica legal a remessa.

      Sobre onde começar bem eu colocaria dinheiro nos dois.

      Reply
  • 17 February 2017 at 06:13
    Permalink

    VdD, você fala que investem no que ficou mais pra trás como se ele tivesse se desvalorizado (“pior aluno”) e não necessariamente, nada a ver geralmente.

    Se tem 10 ações na tua carteira, e tu aporta em 9, a que sobrou fica pra trás não porque ela é o “pior aluno”, mas porque é a vez dela receber aporte. Era + – isso que eu fazia.

    Mas mesmo que ele tivesse se desvalorizado, isso não tem absolutamente nada a ver com a qualidade dele, ser pior ou melhor, falando em termos de cotação e fundamentos.

    Hoje, com 16 ações de 20 FIIs na minha carteira, é possível ver que sempre um ou outro deu uma queda maior (sempre algum ativo sangra), e como todos da minha carteira eu gosto, acompanho e são bons, geralmente vou nesses.

    Fica a sugestão de um estudo, pegar os dados históricos (cotações), ver os que mais se desvalorizaram de um mês pra outro e aportar nesses, e veja o resultado final, minhas simulações foram bem proveitosas e na prática…também.

    Recentemente CIEL3 e ABEV3 deram umas caídas enormes (fazia tempo que não víamos Cielo abaixo de 25 e Ambev abaixo de 16), não seriam “a vez” delas, mas fui nelas. Aliás, vou em qualquer uma, pois todos os ativos pré-estabelecidos são bons para mim. O incrível é que sempre variam, nunca são os mesmos ativos que caem nem os que sobem, e no fim das contas, estará sempre aportando em bons ativos.

    Reply
    • 17 February 2017 at 07:45
      Permalink

      Assalariado, olha como essa sua estratégia pode lhe fazer perder bem mais caso der errado os resultados.

      Vamos usar seu exemplo apesar de que essas duas em específico não cheguem nesse ponto. Mas vamos supor que vc foi lá e comprou cielo porque ela caiu aí ela continua apresentando mais resultados e vc compra mais pois a cotação caiu mais, por fim a coisa ficou mais complicada vc coloca ela em quarentena e para de aportar, o lucro cai mais e a cotação também ela fica ruim, você vai e vende pois ela não é mais interessante.

      Como vc aportou no pior aluno, isso acabou te levando a correr muito mais risco.

      Olhe bem essa estratégia não me parece ser a mais segura. Não estou falando de qual vai lhe render mais se no final uma vai lhe trazer segurança enquanto a outro vai lhe colocar em mais riscos, pense sobre isso.

      Reply
      • 19 February 2017 at 12:19
        Permalink

        “Mas vamos supor que vc foi lá e comprou cielo porque ela caiu aí ela continua apresentando mais resultados e vc compra mais pois a cotação caiu mais, por fim a coisa ficou mais complicada vc coloca ela em quarentena e para de aportar”

        Como assim, VdD? O que cotação tem a ver com quarentena?
        Você avalia cotação como fundamento de uma empresa?

        Em hipótese alguma eu pararia de aportar em alguma empresa por conta de baixa cotação.

        Reply
        • 19 February 2017 at 13:10
          Permalink

          Assalariado

          Tem hora que eu penso que vcs leem a palavra cotação e todo o resto da frase é apagado.

          Olha isso que vc mesmo destacou


          por fim a coisa ficou mais complicada vc coloca ela em quarentena e para de aportar

          Onde tem falando que vc vai colocar ela em quarentena por conta da cotação ?

          Aliás o método que a grande maioria utiliza de aportar no pior aluno esse sim direciona os aportes baseados na cotação, uma vez que a empresa caiu a cotação, as vezes por motivo não lógicos, e o cara vai comprar mais porque o método indicou.

          Reply
          • 19 February 2017 at 13:15
            Permalink

            “você compra e a cotação caiu, por fim a coisa fica complicada e você coloca de quarentena”

            Isso não é sobre cotação?

          • 19 February 2017 at 18:14
            Permalink

            Acho que vc deve ter se confundido com a frase porque o corretor trocou “más” resultados e não “mais” era só ler o contexto todo desde o começo que iria ter pego.

            Usando o método atual vc só vai comprar a empresa que a cotação caiu, porque aí ela vai reduzir o percentual na sua carteira. Não tem lógica alguma isso, quem está operando por cotação é quem aporta pelo balanceamento da carteira, pois o cara transfere a responsabilidade de dizer qual empresa ele deve comprar para o humor do mercado.

            Ele não aporta na empresa porque ela teve um bom resultado, ele vai aportar porque a cotação caiu é isso que acontece com balanceamento de carteira, pois a cotação caiu aí ele vai comprar.

          • 19 February 2017 at 13:18
            Permalink

            E o que seria um aluno ruim, em termos figurados? Uma ação com cotação que só cai ou uma ação com fundamentos ruins?

            Pra mim, um ‘aluno ruim’ nem entraria em minha carteira, só deixo os bons. Acho que você tá confundindo o aluno ser realmente ruim com ser visto como ruim.

          • 19 February 2017 at 18:20
            Permalink

            Um aluno ruim é uma empresa que teve um resultado de lucro ruim, isso pode acontecer e nem sempre ela deve ir para quarentena ou ser vendida, as vezes é um momento da empresa, mas as vezes pode ser uma tendência, essa empresa pode continuar apresentando resultados piores a cada ano e chegue ao ponto de não ser mais boa aí vc vai vender.

            Bem nesse cenário o cara que utiliza aportes por balanceamento da carteira, ou seja o investidor que gosta de bonificar os maus alunos. Esse investidor vai aumentar sua posição na empresa, porque ele sempre vai comprar quem está com nota baixa (nota não é cotação, não confunda).

            Assalariado não se iluda em achar que vai acertar em todas as suas escolhas na bolsa. Pensar dessa maneira já é um grande erro. Nunca conheci nenhum investidor que conseguiu acertar sempre até mesmo Warren Buffet ja errou várias vezes. A menos que vc seja o novo Warren, acredito que não seria seu caso, vc assim como eu e todos os demais irá colocar um mau aluno na carteira eventualmente.

            Os riscos usando um método de balanceamento é muito maior pois vc vai aumentando posição nesses maus alunos. E vc não vai perceber que ele virou um péssimo aluno de cara. Já comentei sobre isso contigo.

          • 19 February 2017 at 13:20
            Permalink

            Estamos falando sobre balancear carteira, com base no que sobe, desce, porcentagem…mas não está falando de cotação, ok então, deixa quieto.

            Grato pela tempo dispendido.

          • 19 February 2017 at 18:22
            Permalink

            Eu não estou falando pra vc usar balanceamento de carteira por cotação, pelo contrário o que estou falando é para avaliar os desempenhos futuros da empresa e aí decidir a que tem melhor margem.

          • 19 February 2017 at 20:27
            Permalink

            Presta atenção na frase isolada “você vai comprar baseado no desempenho FUTURO da empresa”. Considerando que não tenho bola de cristal, a conversa poderia acabar aqui.

            Comprar baseado em DCF não tem nada diferente de uma carteira do tipo “momentum” de uma corretora ou banco qualquer. Você monta a carteira baseado nas melhores do momento (ou futuro?). Neste cenário, como faz? monta e desmonta quando o futuro aluno bom se mostra ruim? O que faz com uma carteira recheada de alunos que eram bons e ficaram ruins e você foi aumentando o percentual dele enquanto eram bons? Honestamente, para mim isso não tem nada a ver com aportes periodicos.

            Eu queria que alguém me mostrasse um estudo sério dizendo que faz sentido usar valuation para aportes periodicos em uma carteira de longo prazo.

            A questão é a seguinte: quão relevantes são os aportes para a carteira?

            Se são muito relevantes, a carteira esta sendo montada. Tente chegar o mais rapido possível na diversificação desejada até a carteira ficar pronta e os aportes se tornarem menos relevantes.

            Se os aportes são pouco relevantes, não vai fazer muita diferença em quais ações serão os aportes, pois a carteira vai ter que andar sozinha, uma vez que a rentabilidade vira da carteira formada. Neste caso, prefiro manter a carteira com um percentual definido para cada papel ou setor ao invés de tentar adivinhar (prever o futuro) sobre qual vai ser a melhor alocação.

            Abraços

          • 20 February 2017 at 08:15
            Permalink

            Eu não faço valuation na hora de decidir se uma empresa deve ou não entrar. Porque ?

            Tem gente que quer colocar na carteira apenas empresas baratas, isso acaba retirando boas empresas da watchlist e fica apenas com as problemáticas.

            Geralmente empresas redondas tende a estar com um prêmio sobre as empresas ruins.

            Mas na hora do aporte eu PRIORIZO das empresas que escolhi as que estejam no melhor preço. Claro que com o bom senso pra equilibrar a carteira e evitar super exposição em um ativo, eventualmente essas mais caras também serão compradas

  • 16 February 2017 at 18:41
    Permalink

    Viver,

    Vc acha que para quem faz compras mensais em uma carteira (ou seja, compra valores pequenos todos os meses) e tem um número determinado de empresas (após terem passado pelo critério de seleção para fazerem parte do time), vc acha que faz diferença usar este método ou o método de comprar a que tá mais atrás. No fim não vai dar uma diferença tão pequena de resultado (tendo em vista as compras pequenas e periódicas)? Então compensa esse trampo todo?

    Um abração

    Reply
    • 16 February 2017 at 20:38
      Permalink

      Sim de fato isso vai fazer pouca diferença, isso não tem duvida, o que vai lhe garantir o sucesso nos investimentos é seu poder de aporte, no final é isso que importa

      da uma olhada na resposta que dei ao Economicamente Incorreto, vai um pouco nessa linha

      Eu entendo da seguinte maneira, o método de DCF é um apoio na hora de aportar, apoio esse que vai evitar que eu faça besteiras.

      O que vai levar o cara ao sucesso nos investimentos é o crescimento dos aportes, não pense em usar DCF ou qualquer outro método de aporte, querendo achar que ele vai lhe encurtar sua caminhada.

      Só aumentando os aportes que vai conseguir encurtar isso, mas ai entra outro fator, adianta aumentar os aportes e colocar essa grana no colo de maus alunos ? por isso ele é um complemento pra evitar que dê 2 passos a frente aumentando o aporte e 1 para trás porque colocou essa grana num mau aluno.

      Reply
  • 16 February 2017 at 16:22
    Permalink

    VdD,
    Você, sem dúvida, tem bastante conhecimento técnico. Por isso até, faço coro às palavras do Economicamente Incorreto: como você pode afirmar que DCF é superior a P/L ou DY, por exemplo?
    Há evidência empírica que corrobora isso? O fato de ser um método mais novo, por si só, não prova que ele é melhor. Quais resultados podem nos levar a essa conclusão?

    Abraço.

    Reply
    • 16 February 2017 at 20:11
      Permalink

      KB é o seguinte… qualquer método que vc utilize de valuation vc precisa fazer projeções futuras, não existe valuation de lucro passado, vc acha que o pessoal que está comprando hoje está comprando o quanto a empresa deu de lucro no ultimo tri ? Não. Isso porque vc não vai receber o que ele deu no ultimo tri, vc vai receber o que vai distribuir no próximo ou o lucro que ela vai ter no próximo.

      Então fazer precificações com dados apenas do passado é muito capenga, mas muito capenga mesmo, isso porque todo o mercado interior trabalha com perspectivas de lucros futuros.

      Isso é empirico, nao precisa de nenhuma formula, por isso quando falo que está errado o cara que quer usar P/L ou DY pra avaliar hoje o quanto a ação vale hoje

      Reply
  • 16 February 2017 at 13:38
    Permalink

    Vi o video todo ontem e cabe uma critica construtiva com uma visão um pouco diferente para cenários diferentes:

    1 – Na situação atual de queda do dolar e variação cambial, como vc faz para não perder nessa variação nos aportes em empresas americanas?

    2 – Como vc calcula o valor intangível de marcas poderosas como a Coca Cola e Google? Pois esses valores não constam nos balanços e tem forte impacto nas projeções futuras de Receita e Valorização das companhias;

    3 – As questões regulatórias e governamentais, independente do país são importantes para os aportes e isso não é refletido apenas em números e sim em uma conjuntura complexa envolvendo vários fatores sociais e humanos;

    4 – A Governança Corporativa é outro instrumento que merece sempre uma revisão trimestral ou anual para entendermos qual a direção e como vc avalia esse mecanismo?

    Grande abraço e ja te add

    Reply
    • 16 February 2017 at 16:13
      Permalink

      1 não me preocupa isso, no final se faz aportes mensais vai ter um dólar médio do período. Agora se vc vai colocar um Start inicial com um bom dinheiro de uma vez só aí vc pode avaliar o melhor momento pra mandar essa grana pra fora. Com aportes mensais já tem estudos do. Siegel que mostra que no final vai ficar na média.

      2 o ideal é retirar isso dos resultados se tem forte depreciação dos intangíveis no LpA eh melhor ir para ebitda ou fluxo de caixa. Falei sobre isso no vídeo.

      3 isso vc faz numa avaliação de resultado não na avaliação de aporte. Vc está misturando as coisas.

      4 o item 3 pode ser analisado junto com o 4 isso tem a ver se a empresa vai continua na sua carteira ou não é outro processo totalmente diferente dos aportes mensais. Você está confundindo um pouco as coisas.

      Reply
      • 16 February 2017 at 16:32
        Permalink

        Vou dar exemplo prático dos itens 3 e 4, quando as ações do BB estavam cotadas a 12 no governo Dilma, estava claro que existia o risco politico e regulatório, com a saída dela, os aportes forem direcionados para o BB, independente se foi um ´´mal aluno´´ pois existia o risco positivo com a mudança de governo e de gestão desse aluno reverter toda a situação, dito e feito, as ações dispararam chegando a superar os 32 reais. Estou dando um exemplo de uma empresa estatal e que poderia ser aplicado a outro caso no direcionamento de aportes.

        Reply
        • 16 February 2017 at 20:14
          Permalink

          se a empresa manteve um bom resultado o DCF vai capturar isso automaticamente, vc não vai precisar de ficar batendo cabeça tentando entender, se ela teve bons lucros o preço do DCF vai subir mas a expectativa ruim por conta do governo vai jogar a cotação pra baixo

          moral da história

          a margem de segurança aumenta e ela vai sinalizar pra vc um aporte

          claro obedecendo o bom senso do equilíbrio de peso na carteira

          Reply
  • 16 February 2017 at 12:41
    Permalink

    Olá VD, boa tarde
    Interessante conhecer métodos diferentes.

    Mas tb vejo alguns pontos negativos:

    1) Este método exige um pouco de exercício de futurologia. A previsão que é feita acaba sendo um achismo e que pode perfeitamente não se confirmar induzindo o investidor a fazer maus investimentos.

    2) Um complemento que precisa ser feito nesse metodo é que ele pode acabar induzindo o investidor a ficar muito concentrado em alguns papéis (por conta de achar que estão muito atrativo). Então a pessoa tem que se disciplinar e estabelecer um teto % para as ações. E aí qdo ja bater todos estes tetos? Mesmo assim vc iria comprar um empresa sobrevalorizada ou iria se concentrar ainda mais em uma que considera com preço atrativo?

    Nestes 2 primeiros argumentos eu já te mostrei que esse método possui uma certa dose de subjetividade que eu não vejo com bons olhos.

    3) Por fim, é um método mais complexo e que demanda mais aprofundamento e estudo. Portanto, não é simples. Vc gosta muito de investimentos, assim como eu, então para nós é mais fácil. Mas imagine o dia que a gente morrer e nossos herdeiros forem cuidar da carteira que montamos com muito suor ao longo de toda a vida e com o desejo de que isso perdure para as próximas gerações. Vc acha que a sua esposa ou filha iriam conseguir usar esse método e fazer essa análise individual periódica para cada ação? No meu caso eu duvido que meus sucessores conseguiriam até pq pra mim que entendo e gosto de investimentos já não vejo como algo tão simples.

    Enfim, investimentos ser feitos de forma inteligente, mas tb precisam ser simples. O outro método que vc não gosta resolve facilmente estes 3 problemas que apresentei acima.

    Quanto a sua crítica de que vc estará apostando em um jogador ruim, ora, basta lembrar que se fosse um jogado péssimo ele já nem estaria na sua carteira. Também vale destacar que se for uma empresa que ficou ruim também existem critérios para cessar o aporte nela (quarentena) ou até exclui-la. Pois nenhum empresa, mesmo que boa, consegue crescer sempre em céu de brigadeiro. Mas nem por isso ela deixou de ser uma empresa interessante.

    Enfim, essa resposta é só para te mostrar o outro lado da moeda e também trazer essa reflexão.

    Um abraço

    Reply
    • 16 February 2017 at 16:07
      Permalink

      Olá Fernando

      1 não existe valuation sem previsão. Como vc vai projetar o futuro sem prever ? Se conhecer algo assim me avise.

      2 não sei se vc assistiu o vídeo todo ou se está apenas comentando parte do que viu, mas falei sobre isso alguns minutos lá e se não me engano foi mais de uma vez.

      3 falei sobre isso também lá no vídeo, você assistiu o vídeo todo ? Disse que isso não eh pra leigos ou pra quem não quer se dedicar isso ficou bem claro, acho que ou vc pegou só parte do que disse ou não assistiu absolutamente nada.

      Reply
      • 16 February 2017 at 17:01
        Permalink

        VDD, concordo os pontos apontados pelo Fernando. Eu sei que você tratou estes pontos (2 e 3) no video, mas independentemente do que você disse no video, por exemplo o ponto 2 adiciona muita subjetividade ao método, o que acaba aumentando as chances de erro (você fala no video em “bom senso”, o que é totalmente subjetivo).

        No caso do ponto 1, você tem razão, e é exatamente por isso que fazer valuation é um problema, pois é sempre um exercício de futurologia que não está protegido de mentes incapazes como este que vos escreve.

        Por fim está claro que no ponto 3 todos concordamos que é um método que não serve para leigos ou preguiçosos.

        Voltando ao ponto que escrevi em outro comentário, não existe nenhum método garantido para obter melhores resultados no longo prazo. Existem estudos que demonstram que métodos absolutamente sistemáticos ou aleatórios de aporte (ex. aportes em ordem alfabética) podem apresentar resultados melhores que métodos baseados em estudos científicos aprofundados de valuation, sobretudo para quem faz aportes periódicos.

        Abraços

        Reply
        • 16 February 2017 at 20:36
          Permalink

          Eu entendo da seguinte maneira, o método de DCF é um apoio na hora de aportar, apoio esse que vai evitar que eu faça besteiras.

          O que vai levar o cara ao sucesso nos investimentos é o crescimento dos aportes, não pense em usar DCF ou qualquer outro método de aporte, querendo achar que ele vai lhe encurtar sua caminhada.

          Só aumentando os aportes que vai conseguir encurtar isso, mas ai entra outro fator, adianta aumentar os aportes e colocar essa grana no colo de maus alunos ? por isso ele é um complemento pra evitar que dê 2 passos a frente aumentando o aporte e 1 para trás porque colocou essa grana num mau aluno.

          Reply
          • 17 February 2017 at 14:44
            Permalink

            VDD, estamos diante do velho e amplamente discutido dilema do uso de valuation ou não para compras. No fundo esta é a discussão. A forma de sistematizar pode variar, mas o cerne é este.

            Daí vem as discordância e eu insisto que, no meu ponto de vista, não acredito que usar valuation pode aumentar a minha chance de ter uma melhor rentabilidade ou mais segurança, principalmente em um caso de aportes periódicos.

            Sobre a importância do aporte não há dúvida.

            Eu não acho válido este argumento de não apostar nos piores alunos. Como alguém disse, se a ação está na carteira e você considera boa para novos aportes, não tem essa de bons e maus alunos. Os maus alunos devem sair da carteira ou então entrar em um estágio de quarentena até uma sinalização mais clara.

            Vou pegar um exemplo prático da minha carteira. Durante 2 anos os papeis que mais cairam foram Vale e Gerdau. Os lucros viraram prejuízos e qualquer um que fizesse o DCF iria chegar a conclusão que não valeria aportar pois eram empresas indo para o buraco.

            Um método que nao usa DCF e sim a que ficou pra trás mandou aportar nelas em sequência. Eu particularmente resolvi usar o chamado bom senso e aportei de forma moderada, mas hoje são as ações que mais rentabilizaram e tem as maiores participações na carteira.

            Estou satisfeito com minha metodologia de alocação de ativos, mas se eu tivesse aportado forte seguindo exclusivamente este método que mandava ir na VALE eu estaria rico.

            Este é o ponto, não dá para saber para onde o mercado vai e valuation engloba uma boa dose de subjetividade, o que aumenta suas chances de errar, pois os parãmetros que você irá colocar para calcular o DCF inevitavelmente serão influenciados pelo humor do mercado, este mesmo que está fazendo as cotações subirem ou descerem.

            Outro ponto relevante é saber o que isso efetivamente faria diferença na performance de uma carteira de longo prazo com aportes periódicos.

            Quero deixar claro que não quero aqui cravar que um método é melhor do que outro. Apenas acredito que todos tem vantagens ou desvantagens em determinadas situações.

            Abraços

          • 17 February 2017 at 22:41
            Permalink

            Vamos lá vc está confundindo o lance de uma empresa ficar ruim e não receber mais aportes com o fato de que ela não seja a melhor empresa a receber o aporte, isso são coisas totalmente diferentes. As vezes uma empresa pode aumentar os lucros e o DCF indicar compra dela, vou te mostrar isso mais a frente.

            Pega o caso da Vale e Gerdau que vc citou o DCF não vai indicar pra vc comprar apenas as empresas que cresceram lucros, caso não percebeu ele vai indicar pra vc comprar as empresas com melhores margens de segurança, isso quer dizer a empresa era pra estar sendo cotada a X e está a Y.

            Vc fica preocupado com o efeito negativo de uma má avaliação da ação, mas coloca seus aportes no julgamento do mercado, que como vc já deve ter percebido é bem mais insensato do que nós. Quando vc usa essa metodologia de aportar em quem ficou para trás vc diz o seguinte: mercado me fale quem eu devo comprar pois eu não sei fazer esse julgamento. Moral da história é que no curto prazo o mercado é muitas vezes ineficientes, por isso o DCF complementa essa ineficiência.

            Outro ponto a ser considerado no seu comentário, vc diz que usar valuation qualquer que seja vai exigir um certa subjetividade, mas no fundo seu método também exigiu, porque ele ficou indicando pra vc comprar Vale e vc usou a sua subjetividade para parar de comprar, no fim não existe investimento com sucesso sem subjetividade, seja já qual método adote.

            Agora vc alega que o DCF não vai indicar pra vc comprar ações que estejam passando por um mau momento, não é bem assim, o lucro pode cair 10% mas as vezes o mercado fica temeroso de derruba a ação uns 20% isso o DCF consegue capturar, então vc acaba tendo uma margem de segurança nesse aporte. Se depois ela recuperar vc não correu tanto risco.

            Agora vamos ver como fica o raciocínio inverso, talvez pensar pra baixo não esteja sendo muito legal, vamos supor que a ação subiu o lucro uns X% teve um bom resultado, o preço dela no DCF era para ser 150,00 reais o mercado não se animou tanto e colocou a cotação a 100 reais vc tem ai uma margem de 50 reais, a ação pode ser sinalizada no seu DCF como boa para aporte por possuir uma boa margem. No método que vc usa simplesmente essa ação não entraria no seu radar, porque ela subiu, então vc perderia uma boa oportunidade.

            Alias nessa sua estrutura a tendência é que você só compra empresas com problemas, aqueles que estão sempre subindo o lucro e melhorando resultados, consequentemente as cotações sobem, moral da história elas nunca entrar no seu radar de comprar, no final da corrida vc vai estar cheio de empresas que foram tendo dificuldades ao longo do caminho. Não vejo muito lógica numa estratégia assim.

            Já dava pra fazer um novo vídeo só com esse seu comentário rsrsrs

  • 16 February 2017 at 11:10
    Permalink

    E possivel disponibilizar a tabela para usarmos como base ?

    Reply
    • 16 February 2017 at 12:38
      Permalink

      Ela tá em Numbers pouca gente tem Mac e não tem fórmula alguma nela. É so um registro dos valores da calculadora pra não ter que ficar verificando taxas de crescimento todas as vezes. Não faz sentido colocar uma tabela Lisa pra download

      Reply
  • 16 February 2017 at 10:26
    Permalink

    Alguma previsão de cálculo para valuation de empresas do Brasil?! Seus vídeos são muito didáticos!!

    Reply
    • 16 February 2017 at 10:27
      Permalink

      previsão de vídeo seu sobre o assunto

      Reply
    • 16 February 2017 at 12:35
      Permalink

      Ainda não até porque os outros métodos de valuation que conheço são bem mais complexos

      Reply
  • 16 February 2017 at 10:16
    Permalink

    VDD, entendo seu ponto de vista, mas não é possível afirmar que este seja o melhor método de aporte na bolsa, Afinal, o que garante que este é o melhor método e dará o melhor retorno no longo prazo?

    Além disso, você cita que no Brasil as pessoas usam métodos antiquados ou ultrapassados, mas o método de DCF e margem de segurança já era citado justamente pelos livros que você disse que representavam os médotos antiguados. Ben Graham já citava margem de segurança na década de 50.

    Abraços

    Reply
  • 16 February 2017 at 09:52
    Permalink

    Fala VdD! O método que você utiliza é bem interessante e ao mesmo tempo desafiador. Não é tarefa fácil estimar o fluxo de caixa / ebtida / lpa futuro das empresas com um grau de acerto relevante. Utilizar o passado para projetar o futuro é uma solução boa para as empresas que apresentam geração de caixa bem previsível, ainda assim tem suas limitações. Mas para empresas que apresentam resultados mais voláteis a coisa fica complicada. Outro desafio é estipular a taxa de desconto. Enfim, são os desafios comuns do método de fluxo de caixa descontado.

    Um ponto interessante é que se a empresa apresenta resultados que se aproximam das projeções, a queda de suas cotações inevitavelmente levará a descontos maiores em relação ao DCF, o que na prática faria com que o método indicasse aportar recursos nas empresas que caíram mais (o que neste caso não é ruim, pois ha um importante qualificador no método que é o valor do DCF).

    Por outro lado, se os resultados da empresa pioram o DCF cai fazendo com que as quedas das cotações não necessariamente indiquem o aporte na ação.

    A questão é: No caso de uma empresa que não está apresentando bons resultados você não aportará recursos nela e a participação dela na carteira é cada vez menor e cada vez mais distante do objetivo. Vc utiliza algum critério para finalmente excluir uma ação da carteira e abrir espaço para outras?

    Valeu!!!

    Reply
    • 16 February 2017 at 10:17
      Permalink

      Olá IR

      A maior dificuldade é fazer a avaliação das taxas de crescimento. Mas existe um exercício até que divertido pra você ir aprimorando isso. De modo geral não é algo que vou começar hoje amanhã sou um phelps do DCF. Vai exigir estudos e aprimoramentos.

      Quanto a indicadores de exclusão já falei sobre isso por aqui mas não me lembro o título do post, teria que procurar na pesquisa.

      Se a empresa cai o resultado a cotação pode cair mais do que deveria o mercado pode ter sido mais pessimista isso pode ser um ponto pra quem ainda acredita na empresa.

      Como também pode ocorrer o contrário a empresa cair resultados e mesmo assim continua valorizada, temos aí uma KO que é exemplo clássico disso.

      Então o DCF consegue lhe mostrar isso da melhor maneira possível.

      Reply
  • 16 February 2017 at 09:28
    Permalink

    A partir de que valor você diria que vale a pena começar a investir no exterior? Tenho 5k disponiveis, fora meu colchão de segurança e uma quantia em TD Selic 2021

    Reply
    • 16 February 2017 at 10:11
      Permalink

      Olá Matheus

      O grande problema com baixar quantias é o custo de remessa, pelos meus cálculos a partir de 2k já fica viável o envio.

      Reply
    • 16 February 2017 at 08:40
      Permalink

      depois diz o q achou :)

      Reply

Deixe o seu comentário: